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<channel><title><![CDATA[Positivamente - Testemunhos]]></title><link><![CDATA[https://www.positivamente.pt/testemunhos]]></link><description><![CDATA[Testemunhos]]></description><pubDate>Wed, 03 Jun 2026 10:26:14 -0700</pubDate><generator>Weebly</generator><item><title><![CDATA[October 06th, 2023]]></title><link><![CDATA[https://www.positivamente.pt/testemunhos/october-06th-2023]]></link><comments><![CDATA[https://www.positivamente.pt/testemunhos/october-06th-2023#comments]]></comments><pubDate>Fri, 06 Oct 2023 09:50:39 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.positivamente.pt/testemunhos/october-06th-2023</guid><description><![CDATA[&Eacute; com muito respeito e reconhecimento que hoje me orgulho do primeiro dia que tive coragem de procurar ajuda e entrei a Dr. Claudia na Positivamente. &Eacute; mesmo com um enorme respeito que reconhe&ccedil;o o quanto me conseguiu ajudar a percorrer este caminho para &ldquo;voltar a ser Eu mesma &ldquo; por momentos sem perceber estava a perder o meu &ldquo;EU&rdquo; de que tanto me orgulho; Muito obrigada por me ter ajudado a importar-me menos com as palavras e atitudes em que n&atilde;o [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph"><strong><span style="color:rgb(34, 34, 34)"><em>&Eacute; com muito respeito e reconhecimento que hoje me orgulho do primeiro dia que tive coragem de procurar ajuda e entrei a Dr. Claudia na Positivamente. &Eacute; mesmo com um enorme respeito que reconhe&ccedil;o o quanto me conseguiu ajudar a percorrer este caminho para &ldquo;voltar a ser Eu mesma &ldquo; por momentos sem perceber estava a perder o meu &ldquo;EU&rdquo; de que tanto me orgulho; Muito obrigada por me ter ajudado a importar-me menos com as palavras e atitudes em que n&atilde;o me revejo e seguir o meu caminho mais Feliz junto daqueles que verdadeiramente est&atilde;o comigo e se importam comigo, Muito obrigada por me ajudar a ver a realidade de uma forma diferente, vamos continuar este caminho juntas , obrigada Dr. Claudia por ser a excelente profissional que &eacute; bjinhos.&nbsp;</em>R.</span></strong></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[GratidÃo...]]></title><link><![CDATA[https://www.positivamente.pt/testemunhos/gratidao]]></link><comments><![CDATA[https://www.positivamente.pt/testemunhos/gratidao#comments]]></comments><pubDate>Thu, 29 Oct 2020 18:19:21 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.positivamente.pt/testemunhos/gratidao</guid><description><![CDATA[A dor &eacute; como uma sombra que vai tomando posse aos poucos e se misturando consigo. E de repente ela est&aacute; l&aacute; tomando conta de si e se tornando voc&ecirc;. E foi em um momento confuso assim que um grande amigo me recomendou a Claudia no Positivamente. Estava tanto a precisar e nem sabia. Quase dois anos de caminhada com a doce Claudia. Passos que me levaram a abra&ccedil;ar essa dor e torn&aacute;-la parte de mim, n&atilde;o por posse dela e sim pelo meu reconhecimento que somo [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph"><span><font color="#626262" size="4"><strong><em>A dor &eacute; como uma sombra que vai tomando posse aos poucos e se misturando consigo. E de repente ela est&aacute; l&aacute; tomando conta de si e se tornando voc&ecirc;. E foi em um momento confuso assim que um grande amigo me recomendou a Claudia no Positivamente. Estava tanto a precisar e nem sabia. Quase dois anos de caminhada com a doce Claudia. Passos que me levaram a abra&ccedil;ar essa dor e torn&aacute;-la parte de mim, n&atilde;o por posse dela e sim pelo meu reconhecimento que somos feitos de experi&ecirc;ncias, mem&oacute;rias, sofrimento, perd&atilde;o e gratid&atilde;o. Claudia foi fundamental facilitadora e gentil guia nesse caminho. &nbsp;Gratid&atilde;o &eacute; como expresso essa minha jornada. Obrigada.&rsquo; </em>J.M.<br /><br />&#8203;</strong></font></span><br /></div>  <div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.positivamente.pt/uploads/9/7/8/7/97874934/img-0481_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[March 02nd, 2017]]></title><link><![CDATA[https://www.positivamente.pt/testemunhos/march-02nd-2017]]></link><comments><![CDATA[https://www.positivamente.pt/testemunhos/march-02nd-2017#comments]]></comments><pubDate>Thu, 02 Mar 2017 11:43:02 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.positivamente.pt/testemunhos/march-02nd-2017</guid><description><![CDATA[Obrigada e para sempre Positivamente...  Quero deixar aqui o meu sentido agradecimento &agrave; Positivamente na pessoa da Dra Claudia Grade de Oliveira que me ajudou a enfrentar cada dia com um sorriso, a "pintar" a minha vida com mais cor e a acreditar em mim como pessoa. Obrigada e para sempre Positivamente!V.T.        [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph"><em><strong><font color="#2a2a2a" size="5">Obrigada e para sempre Positivamente...</font></strong></em></div>  <div class="paragraph" style="text-align:left;"><font size="4"><em><font color="#626262"><strong>Quero deixar aqui o meu sentido agradecimento &agrave; Positivamente na pessoa da Dra Claudia Grade de Oliveira que me ajudou a enfrentar cada dia com um sorriso, a "pintar" a minha vida com mais cor e a acreditar em mim como pessoa. Obrigada e para sempre Positivamente!</strong></font></em><br /><font color="#626262"><strong>V.T.</strong></font></font></div>  <div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.positivamente.pt/uploads/9/7/8/7/97874934/11042968-655103414636397-315172526883548209-n_5_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[November 19th, 2016]]></title><link><![CDATA[https://www.positivamente.pt/testemunhos/a-depressao-pos-parto-veio-obrigar-me-a-olhar-para-dentro-de-mim-e-a-descobrir-me]]></link><comments><![CDATA[https://www.positivamente.pt/testemunhos/a-depressao-pos-parto-veio-obrigar-me-a-olhar-para-dentro-de-mim-e-a-descobrir-me#comments]]></comments><pubDate>Sat, 19 Nov 2016 08:00:00 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.positivamente.pt/testemunhos/a-depressao-pos-parto-veio-obrigar-me-a-olhar-para-dentro-de-mim-e-a-descobrir-me</guid><description><![CDATA[A Depress&atilde;o P&oacute;s-Parto veio "obrigar-me a olhar para dentro de mim e a descobrir-me..."   Passados 13 meses e meio ap&oacute;s o nascimento da minha filha e 11 meses e meio ap&oacute;s o diagn&oacute;stico de Depress&atilde;o P&oacute;s-Parto, sinto-me feliz, mais feliz do que alguma vez fui. A DPP veio "obrigar-me" a olhar, uma vez mais, para dentro de mim e a descobrir-me. E este processo de auto-consci&ecirc;ncia tem sido maravilhoso. Custoso, desconfort&aacute;vel, mas imensamen [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph"><em><strong><font color="#2a2a2a" size="5">A Depress&atilde;o P&oacute;s-Parto veio "obrigar-me a olhar para dentro de mim e a descobrir-me..."</font></strong></em></div>  <span class='imgPusher' style='float:right;height:0px'></span><span style='display: table;width:auto;position:relative;float:right;max-width:100%;;clear:right;margin-top:0px;*margin-top:0px'><a><img src="https://www.positivamente.pt/uploads/9/7/8/7/97874934/positiv032_3_orig.jpg" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; border-width:1px;padding:3px; max-width:100%" alt="Imagem" class="galleryImageBorder wsite-image" /></a><span style="display: table-caption; caption-side: bottom; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px; text-align: center;" class="wsite-caption"></span></span> <div class="paragraph" style="text-align:left;display:block;"><strong><font size="4" color="#626262"><em>Passados 13 meses e meio ap&oacute;s o nascimento da minha filha e 11 meses e meio ap&oacute;s o diagn&oacute;stico de Depress&atilde;o P&oacute;s-Parto, sinto-me feliz, mais feliz do que alguma vez fui. A DPP veio "obrigar-me" a olhar, uma vez mais, para dentro de mim e a descobrir-me. E este processo de auto-consci&ecirc;ncia tem sido maravilhoso. Custoso, desconfort&aacute;vel, mas imensamente rico em aprendizagens.<br /><br />Aos 2 meses de ser m&atilde;e, numa espiral dolorosa de ansiedade, ang&uacute;stia e exaust&atilde;o, procurei ajuda psiqui&aacute;trica. Comecei a tomar medica&ccedil;&atilde;o e o resultado surgiu logo ap&oacute;s 2 semanas. 6 meses ap&oacute;s o tratamento exclusivo com a medica&ccedil;&atilde;o senti que o meu corpo tinha reencontrado algum do seu equil&iacute;brio f&iacute;sico e hormonal e a minha cabe&ccedil;a havia percebido o que era a DPP. No entanto, o cora&ccedil;&atilde;o ainda apertava, a culpa inundava-me, o medo de ter deixado sequelas emocionais na minha filha estava sempre presente. Precisava de entender a depress&atilde;o com o cora&ccedil;&atilde;o e fazer as pazes comigo mesma.<br /><br />Procurei apoio na psicoterapia (com recurso &agrave; hipnose) e no shiatsu (massagem terap&ecirc;utica). E tem sido a conjuga&ccedil;&atilde;o destas 3 ferramentas que me permitiu embarcar nesta viagem de descoberta, de cura e crescimento (...) sinto que finalmente consegui agarrar a vida nas minhas m&atilde;os e seguir aquilo que me d&aacute; prazer, me apaixona e que me traz significado.<br />&#8203;<br />Amo muito a vida, a minha filha, a minha fam&iacute;lia.</em><br />(...)</font></strong><br /><span><font size="5"><strong>A.M.</strong></font></span></div> <hr style="width:100%;clear:both;visibility:hidden;"></hr>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[August 29th, 2016]]></title><link><![CDATA[https://www.positivamente.pt/testemunhos/deixei-de-ser-fumadora]]></link><comments><![CDATA[https://www.positivamente.pt/testemunhos/deixei-de-ser-fumadora#comments]]></comments><pubDate>Mon, 29 Aug 2016 07:00:00 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.positivamente.pt/testemunhos/deixei-de-ser-fumadora</guid><description><![CDATA[Deixei de ser fumadora...         Deixei ser fumadora h&aacute; 5 Anos! Coma ajuda da HIPNOTERAPIA e da Dra Cl&aacute;udia Oliveira. Obrigada Dra. Cl&aacute;udia, por me abrir as porta da POSITIVAMENTE.Com a hipnoterapia resolvi um problema que tinha h&aacute; mais de 25 anos. Fumava desde os 16 anos. Tinha tentado e falhado com outros m&eacute;todos.Deixei de ser fumadora logo &agrave; segunda sess&atilde;o de hipnoterapia, que a Dra Cl&aacute;udia me fez, na Positivamente. E o melhor, &eacute; [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph"><em><font color="#2a2a2a" size="5"><strong>Deixei de ser fumadora...</strong></font></em></div>  <div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.positivamente.pt/uploads/9/7/8/7/97874934/positiv007_1_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph" style="text-align:left;"><em><font><strong><font color="#626262"><font size="4">Deixei ser fumadora h&aacute; 5 Anos! Coma ajuda da HIPNOTERAPIA e da Dra Cl&aacute;udia Oliveira. Obrigada Dra. Cl&aacute;udia, por me abrir as porta da POSITIVAMENTE.<br /><br />Com a hipnoterapia resolvi um problema que tinha h&aacute; mais de 25 anos. Fumava desde os 16 anos. Tinha tentado e falhado com outros m&eacute;todos.</font><br /><br /><font size="4">Deixei de ser fumadora logo &agrave; segunda sess&atilde;o de hipnoterapia, que a Dra Cl&aacute;udia me fez, na Positivamente. E o melhor, &eacute; que n&atilde;o me custou. Foi f&aacute;cil! Com a hipnoterapia, .... deixei de ter "aquele desejo". E "o desejo", &eacute; que era tramado de controlar!<br /><br />Deixei de ser fumadora :) Obrigada Dra Cl&aacute;udia! A sua interven&ccedil;&atilde;o e a hipnoterapia, fizeram-me a diferen&ccedil;a. Estou-lhe muito grata! Pela abertura, generosidade, honestidade, sentido de seguran&ccedil;a e todo o acompanhamento que me disponibilizou ao longo deste tempo e que, gra&ccedil;as a si e &agrave; hipnoterapia, n&atilde;o precisei de usar para deixar de ser fumadora:)<br />&#8203;<br />Bem haja. Um beijinho,<br />&#8203;S.C.</font></font></strong></font></em></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[April 04th, 2016]]></title><link><![CDATA[https://www.positivamente.pt/testemunhos/january-21st-2017]]></link><comments><![CDATA[https://www.positivamente.pt/testemunhos/january-21st-2017#comments]]></comments><pubDate>Mon, 04 Apr 2016 07:00:00 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.positivamente.pt/testemunhos/january-21st-2017</guid><description><![CDATA[Obrigada!         H&aacute; alturas na vida que por uma raz&atilde;o ou por outra sentimos que n&atilde;o estamos a encontrar as respostas que precisamos.&#8203;Eu, numa situa&ccedil;&atilde;o destas, senti que precisava de algu&eacute;m que me ajudasse a olhar para mim, sem as ideias pr&eacute;-concebidas que temos de n&oacute;s pr&oacute;prios ou que gostar&iacute;amos de ter, sem todos aqueles &ldquo; Eu sou assim, eu acho que penso assim porque&hellip;&rdquo;Conheci a&nbsp;Cl&aacute;udia&nbs [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph"><em><strong><font color="#2a2a2a" size="5">Obrigada!</font></strong></em></div>  <div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:left"> <a> <img src="https://www.positivamente.pt/uploads/9/7/8/7/97874934/published/positiv030_2.jpg?1485262076" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph" style="text-align:left;"><font color="#626262" size="4"><em><strong>H&aacute; alturas na vida que por uma raz&atilde;o ou por outra sentimos que n&atilde;o estamos a encontrar as respostas que precisamos.<br />&#8203;<br />Eu, numa situa&ccedil;&atilde;o destas, senti que precisava de algu&eacute;m que me ajudasse a olhar para mim, sem as ideias pr&eacute;-concebidas que temos de n&oacute;s pr&oacute;prios ou que gostar&iacute;amos de ter, sem todos aqueles &ldquo; Eu sou assim, eu acho que penso assim porque&hellip;&rdquo;<br /><br />Conheci a&nbsp;<a href="https://www.positivamente.pt/claacuteudia-grade-de-oliveira.html">Cl&aacute;udia</a>&nbsp;e achei que ela me podia ajudar. A verdade &eacute; que sim ela ajudou-me a ajudar-me.<br /><br />A Cl&aacute;udia atrav&eacute;s de diferentes t&eacute;cnicas fez-me perguntas que eu nunca me tinha feito, colocou hip&oacute;teses que eu nunca tinha colocado. E muitas delas fizeram sentido e ajudaram a &ldquo;me&rdquo; perceber.<br /><br />Porque &eacute; que eu sou quem sou e porque eu sou como sou.<br />E a aceitar essa realidade nos aspetos que fazem sentido para mim e a identificar os aspetos que na minha opini&atilde;o gostaria de mudar.<br /><br />A Cl&aacute;udia ajudou-me muito mas uma coisa penso que posso afirmar s&oacute; pode ser ajudado quem quer ser ajudado e para aceitar esta ajuda temos de estar dispon&iacute;veis para eventualmente ouvir o que n&atilde;o queremos ouvir e lidar com assuntos que podem n&atilde;o ser f&aacute;ceis de lidar.<br /><br />A Cl&aacute;udia ajuda-nos num processo que &eacute; nosso e de mais ningu&eacute;m.</strong></em><br /><br /><em>Obrigada Cl&aacute;udia</em><em><font><em>.</em><br />&#8203;M.M.</font></em></font></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[January 02nd, 2013]]></title><link><![CDATA[https://www.positivamente.pt/testemunhos/january-21st-20174424243]]></link><comments><![CDATA[https://www.positivamente.pt/testemunhos/january-21st-20174424243#comments]]></comments><pubDate>Wed, 02 Jan 2013 08:00:00 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.positivamente.pt/testemunhos/january-21st-20174424243</guid><description><![CDATA[Obrigada!   A minha experi&ecirc;ncia de hipnose com a&nbsp;Dra. Cl&aacute;udia&nbsp;&eacute; positiva, com resultados a vista, com uma nova atitude em rela&ccedil;&atilde;o a comida e a mim.&nbsp;Fui &aacute; primeira consulta muito renitente e pedi para nao me por em "transe"!! Tinha medo!! A Dra. Cl&aacute;udia soube bem fazer-me sentir segura, e, melhor, fazer-me querer atingir a minha meta!&nbsp;Ap&oacute;s 10 sess&otilde;es e menos 21 kilos s&oacute; posso dizer que a minha experi&ecirc;nc [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph"><em><font color="#2a2a2a" size="5"><strong>Obrigada!</strong></font></em></div>  <span class='imgPusher' style='float:left;height:0px'></span><span style='display: table;width:auto;position:relative;float:left;max-width:100%;;clear:left;margin-top:0px;*margin-top:0px'><a><img src="https://www.positivamente.pt/uploads/9/7/8/7/97874934/positiv023_2_orig.jpg" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; border-width:1px;padding:3px; max-width:100%" alt="Imagem" class="galleryImageBorder wsite-image" /></a><span style="display: table-caption; caption-side: bottom; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px; text-align: center;" class="wsite-caption"></span></span> <div class="paragraph" style="text-align:left;display:block;"><br /><br /><font size="4"><font color="#626262"><strong><em>A minha experi&ecirc;ncia de hipnose com a&nbsp;<a href="https://www.positivamente.pt/claacuteudia-grade-de-oliveira.html">Dra. Cl&aacute;udia</a>&nbsp;&eacute; positiva, com resultados a vista, com uma nova atitude em rela&ccedil;&atilde;o a comida e a mim.</em>&nbsp;<br /><br /><em>Fui &aacute; primeira consulta muito renitente e pedi para nao me por em "transe"!! Tinha medo!! A Dra. Cl&aacute;udia soube bem fazer-me sentir segura, e, melhor, fazer-me querer atingir a minha meta!</em>&nbsp;<br /><br /><em>Ap&oacute;s 10 sess&otilde;es e menos 21 kilos s&oacute; posso dizer que a minha experi&ecirc;ncia foi e &eacute; positiva.</em>&nbsp;<br /><br /><em>A hipnose despertou-me para um "acordar" do meu inconsciente e hoje, como e escolho o que como, com consci&ecirc;ncia assumindo as consequ&ecirc;ncias!</em>&nbsp;<br />&#8203;<br /><em>Obrigada Cl&aacute;udia!</em><br />&#8203;C.S.</strong></font></font></div> <hr style="width:100%;clear:both;visibility:hidden;"></hr>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[November 27th, 2012]]></title><link><![CDATA[https://www.positivamente.pt/testemunhos/nas-asas-da-mente]]></link><comments><![CDATA[https://www.positivamente.pt/testemunhos/nas-asas-da-mente#comments]]></comments><pubDate>Tue, 27 Nov 2012 08:00:00 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.positivamente.pt/testemunhos/nas-asas-da-mente</guid><description><![CDATA[Nas asas da mente...  Que sensa&ccedil;&atilde;o estranha! Quando a sua voz me come&ccedil;ou a chamar de volta ao mundo real, eu s&oacute; queria continuar ali sentado, naquela sala de cinema vazia, estranhamente vazia, onde eu permanecia como &uacute;nico espectador, sentado geometricamente ao centro, de olhos fitados no ecr&atilde;, banhados por uma torrente de emo&ccedil;&otilde;es que me confortavam o cora&ccedil;&atilde;o e aconchegavam a alma.Mas, infelizmente estava na hora de regressar, [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph"><em><strong><font color="#2a2a2a" size="5">Nas asas da mente...</font></strong></em></div>  <div class="paragraph" style="text-align:left;"><br /><strong><font color="#626262" size="4"><em>Que sensa&ccedil;&atilde;o estranha! Quando a sua voz me come&ccedil;ou a chamar de volta ao mundo real, eu s&oacute; queria continuar ali sentado, naquela sala de cinema vazia, estranhamente vazia, onde eu permanecia como &uacute;nico espectador, sentado geometricamente ao centro, de olhos fitados no ecr&atilde;, banhados por uma torrente de emo&ccedil;&otilde;es que me confortavam o cora&ccedil;&atilde;o e aconchegavam a alma.</em><br /><br /><em>Mas, infelizmente estava na hora de regressar, voltar de novo &agrave; terra, retornar ao ringue da luta, desta luta que travo diariamente com uma conhecida de h&aacute; j&aacute; algum tempo, que me consome, corr&oacute;i a mente e o corpo, deixando-me por vezes prostrado perante os desafios mais importantes do meu dia-a-dia.</em><br /><br /><em>Foi por causa desta j&aacute; velha consumi&ccedil;&atilde;o que decidi come&ccedil;ar a procurar, ou confirmar, no interior da minha &ldquo;caixa de comando&rdquo;, com ajuda profissional, as raz&otilde;es e causas da sua apari&ccedil;&atilde;o. Descobri, quase por acaso, ou n&atilde;o, atrav&eacute;s de um artigo numa revista, dos poderes e maravilhas terap&ecirc;uticas que a hipnoterapia poderia fazer no tratamento de dist&uacute;rbios causados pela ansiedade. Logo a minha aten&ccedil;&atilde;o ficou desperta para esta curiosidade, e quando vi um grande e cativante sorriso que espreitava na minha p&aacute;gina do Facebook, n&atilde;o resisti e resolvi experimentar eu tamb&eacute;m, tentando assim expulsar de vez esta coisa interior.</em><br /><br /><em>Comecei ent&atilde;o por me apresentar naquela primeira entrevista, contando a minha hist&oacute;ria desde pequenino, tentando minuciosamente descrever em toda a minha exist&ecirc;ncia os factos relevantes que pudessem ser tidos em conta na an&aacute;lise profissional da gesta&ccedil;&atilde;o deste dist&uacute;rbio.</em><br /><br /><em>Senti que se criou logo uma empatia na liga&ccedil;&atilde;o, pelo menos da minha parte, pois no sentido inverso isso seria natural e profissionalmente de esperar. A sua simpatia irradiava confian&ccedil;a, e com a sua experi&ecirc;ncia e saber foi entrando no meu interior, prospectando os sinais que a pudessem ajudar a conduzir esta m&aacute;quina at&eacute; agora desconhecida, que se apresentava ali perante ela, desprotegidamente com falhas na sua centralina de comando, naquela viagem de regresso &agrave; estabilidade emocional.</em><br /><br /><em>Nas primeiras vezes ainda resisti, involuntariamente, nos momentos do atravessamento da fronteira entre o consciente e o desconhecido, tentando racionalmente n&atilde;o entrar naquele submundo idealizado por mitos e cren&ccedil;as completamente idiotas e est&uacute;pidas, que nos fazem acreditar em hist&oacute;rias rocambolescas, em que homens cacarejam de olhos fechados, ou levitam sobre cadeiras num palco.</em><br /><br /><em>Com a sua paci&ecirc;ncia, ela voltava a bater &agrave; porta e acab&aacute;vamos por entrar. Nas primeiras incurs&otilde;es por aquele territ&oacute;rio, at&eacute; agora virgem para mim, senti tudo e mais alguma coisa. Foi brutal, fique completamente atordoado com aquelas viagens interiores, e ainda agora n&atilde;o consigo encontrar os adjectivos adequados para as descrever, s&oacute; sei que foi magnificamente intenso, apaziguador e profundo.</em><br /><br /><em>Lembro-me da primeira incurs&atilde;o neste maravilhoso mundo interior que quando me foi pedido para imaginar uma luz intensamente brilhante e envolvente, na minha mente criou-se uma tonalidade rosa. Fiquei chocado com aquele acontecimento, pois rosa n&atilde;o era propriamente uma cor de minha prefer&ecirc;ncia, e para mais, tendo em conta a sua associa&ccedil;&atilde;o a prop&oacute;sitos menos masculinos, me deixou aflito e receoso das consequ&ecirc;ncias reveladoras desta aventura!</em><br /><br /><em>Rapidamente avisei o projector mental que tinha que mudar de c&ocirc;r, e logo se projectou intensamente um azul, claro e brilhante, profundo, que me inundou de calma e permitiu que lentamente come&ccedil;asse a vaguear pelos meus corredores internos.</em><br /><br /><em>Andava ainda um pouco anestesiado durante os dias que se seguiam, mas aos poucos, retomava ao meu estado de esp&iacute;rito anterior. Contudo, e como por milagre, aliviei o peso que carregava aos ombros nos &uacute;ltimos tempos, sentindo um al&iacute;vio que ainda perdura.</em><br /><br /><em>Este al&iacute;vio come&ccedil;ou quando numa das primeiras sess&otilde;es em que, naquela magia mental, comecei a exorcizar os meus fantasmag&oacute;ricos receios evaporando-os em bal&otilde;es lan&ccedil;ados para o n&atilde;o-sei-onde. Ainda agora me vejo a encher os bal&otilde;es que maravilhosamente levavam para o &eacute;ter todos aqueles sentimentos que me atormentavam o esp&iacute;rito. Foi-se o bal&atilde;o com o medo, seguindo-se os que carregavam a ang&uacute;stia, a raiva, o ego&iacute;smo, e mais uns tantos, que perfaziam uma interior fila negra formada junto ao peito, e que com grande satisfa&ccedil;&atilde;o os vi subir, elevarem-se no espa&ccedil;o e desaparecerem por fim no c&eacute;u azul, o mesmo azul, mas t&atilde;o claro e brilhante como eu nunca o tinha visto.</em><br /><br /><em>Marcante foi igualmente a viagem feita ao centro de comando da mente. Come&ccedil;&aacute;mos por passear atrav&eacute;s daqueles corredores at&eacute; agora desconhecidos, mas ao mesmo tempo familiares, incrivelmente acess&iacute;veis no seu tra&ccedil;ado l&oacute;gico e funcional, e cheg&aacute;mos por fim ao nosso destino, uma porta fechada, de aspecto austero e robusto, na qual se podia ler numa placa, sim&eacute;trica e geometricamente fixada, &ldquo;Centro de Comando&rdquo;.</em><br /><br /><em>Receoso, baixei o puxador e abri aquela porta. Entrei, e olhei espantado para aquela quantidade de monitores, &agrave;s cores, cheios de sin&oacute;pticos, letrinhas amarelas que piscavam em fundos pretos, emanando avisos e alarmes por todos os lados. Associei rapidamente a um qualquer centro de comando de</em><br /><em>uma central el&eacute;ctrica, equipado com a mais moderna tecnologia, s&oacute; que, estranhamente vazia, sem ningu&eacute;m sentado frente aos monitores, totalmente em funcionamento autom&aacute;tico.</em><br /><br /><em>Rapidamente procurei o monitor da ansiedade, e l&aacute; estava ele a piscar por todo o lado, com os alarmes todos ligados, e os avisadores todos no vermelho! Ora, c&aacute; est&aacute; o caos, a origem desta desordem, pensei logo, quando, at&oacute;nito olhava para toda aquela sinal&eacute;tica confus&atilde;o. Entretanto, a sua voz perguntava-me o que via, e eu l&aacute; ia tentando descrever todo aquele cen&aacute;rio, tentando transmitir meticulosamente o que se passava naquela minha sala. Calma e cuidadosamente, fui instru&iacute;do a desligar os bot&otilde;es que me pareciam mais importantes, primeiro os vermelhos e cintilantes, e depois rodando todos os potenci&oacute;metros do amarelo, tentando atingir o verde, c&ocirc;r por mim associada &agrave; conformidade e &agrave; aus&ecirc;ncia de perigo. Demorou um pouco a apaziguar toda aquela confus&atilde;o, at&eacute; desligar todos os sinais de alarme e advert&ecirc;ncia, e atingir o almejado estado de tranquilidade e calma.</em><br /><br /><em>Fui tamb&eacute;m incumbido de comunicar &agrave;s minhas tropas interiores, constitu&iacute;das pelos &oacute;rg&atilde;os, membros, m&uacute;sculos e outros pe&otilde;es, que a situa&ccedil;&atilde;o estava controlada, que est&aacute;vamos numa miss&atilde;o de paz, tranquilidade e seguran&ccedil;a.</em><br /><em>Esta foi uma miss&atilde;o plenamente conseguida, eficaz no controlo e dom&iacute;nio interior, em situa&ccedil;&otilde;es de maior ansiedade, de tal forma que at&eacute; agora a utilizo com alguma frequ&ecirc;ncia, sempre com resultados positivos e imediatos.</em><br /><br /><em>Recordo igualmente uma outra experi&ecirc;ncia, em que sentado naquele sof&aacute;, equipado com uma manta vermelha para os viajantes mais friorentos, fizemos um breve passeio por uns jardins, prados e montes, para me encontrar com um desconhecido S&aacute;bio, futuro conselheiro e mestre apaziguador de medos e ansiedades. Assim, abri o port&atilde;o de madeira, que dava acesso ao caminho que me levaria ao cume do pequeno monte, suavemente trilhado apesar do declive que foi necess&aacute;rio vencer para l&aacute; chegar. Concebi-o rodeado de plantas e pequenas &aacute;rvores que o inundavam com um aroma suave e agrad&aacute;vel, impelido por uma brisa envolvente e companheira, que de m&atilde;o dada me ajudava a palmilhar aquele caminho sem esfor&ccedil;o e cansa&ccedil;o.</em><br /><br /><em>Ao chegar ao topo vi um pequeno banco, tal e qual aqueles bancos de jardim, onde nos sent&aacute;vamos na adolesc&ecirc;ncia com os p&eacute;s em cima, para elevar o nosso ego numa qualquer conversa importante na ocasi&atilde;o.</em><br /><br /><em>Estava eu ali sentado, pacientemente esperando a vinda da sapiente personagem, mas estranhamente s&oacute; me apareciam figuras, que embora sendo importantes na minha vida, tal como a minha mulher ou o meu melhor amigo, n&atilde;o t&ecirc;m contudo, ainda, um superior estatuto, id&ecirc;ntico ao que me tinha sido pedido para imaginar.</em><br /><br /><em>Mas, eis que ele chega, envolto numas vestes alaranjadas, descal&ccedil;o, mas seguro, qual figura de Dalai Lama, que simpaticamente se acercou de mim e me cumprimentou com uma pequena v&eacute;nia, &agrave; qual eu respeitosamente retribui.</em>&nbsp;<br /><br /><em>Sent&aacute;mo-nos naquele banco e por alguns momentos convers&aacute;mos, eu, contando-lhe as raz&otilde;es que me levaram &agrave;quela estranha audi&ecirc;ncia, e da parte dele, essencialmente recordo as suas palavras de encorajamento, transmitindo for&ccedil;a e refor&ccedil;os para a minha auto confian&ccedil;a, sinais que sempre fizeram parte de mim, mas que andavam um pouco apagados na minha personalidade, carcomidos pela eros&atilde;o da vida. Por fim despedimo-nos, com um fraternal e forte abra&ccedil;o, como que refor&ccedil;ando as palavras anteriormente trocadas. Desci ent&atilde;o o caminho, que em contagem decrescente me trouxe novamente &agrave; realidade.</em>&nbsp;<br /><br /><em>Numa outra sess&atilde;o, daquelas que j&aacute; estavam programadas para serem mais profundamente reveladoras das eventuais causas do meu dist&uacute;rbio, fizemos uma viagem ao passado, parecendo uma cena de filme, na qual a mente vagueia por acontecimentos passados, e que marcadamente deixam rastos emocionais, que sem se saber afrontam a estabilidade no presente. Assim, l&aacute; fomos n&oacute;s naquele regresso emocional, em que com cada n&uacute;mero da contagem se abria uma cortina e eu espreitava de olhos cerrados a cena que se deparava no palco da mente, reconhecia os actores e as experi&ecirc;ncias anteriormente vividas, e no final corria a cortina escrutinando assim a sua import&acirc;ncia para a pe&ccedil;a que estava a encenar.</em><br /><br /><em>Este teatro decorria c&eacute;lere at&eacute; que estabilizou numa cena de inf&acirc;ncia, com cerca de 35 anos de dist&acirc;ncia, em que eu, menino ainda, reencontrei os meus pais quando passava f&eacute;rias numa est&acirc;ncia termal com os meus tios que me acolheram na altura, dada a minha parental for&ccedil;ada separa&ccedil;&atilde;o, que obrigou a que durante 2 anos me deixassem aos seus cuidados.</em>&nbsp;<br /><br /><em>Aquele reencontro foi, talvez, a mais marcante das emo&ccedil;&otilde;es que at&eacute; a essa data eu terei vivido. Lembrei-me de quando eu revi a minha m&atilde;e e senti o seu abra&ccedil;o, um longo e terno abra&ccedil;o, ter chorado convulsivamente, em que todas aquelas l&aacute;grimas representavam uma am&aacute;lgama de saudade, incompreens&atilde;o e revolta de amor, pelo tempo em que estivemos separados. Senti nessa sess&atilde;o que finalmente fiz as pazes com essa parte do meu passado, que sem eu me ter apercebido realmente, me marcou e feriu, com um arranh&atilde;o que n&atilde;o sangrou mas que fez um hematoma inconscientemente presente.</em>&nbsp;<br /><br /><em>Quero tamb&eacute;m registar nestas mem&oacute;rias recentes, a sess&atilde;o que certamente foi a mais violenta do ponto de vista emocional, e que constituiu a charneira de todos aqueles encontros de sexta-feira, dada a confirma&ccedil;&atilde;o do marco de sofrimento.</em>&nbsp;<br /><br /><em>Nesse dia, e com algum receio da minha parte, pois j&aacute; suspeitava do caminho a que aquela viagem me levaria, fui de novo convidado a regressar, e desta vez n&atilde;o a uma lembran&ccedil;a boa e positiva, mas a uma mem&oacute;ria pesada e profundamente negativa. Penosamente, a minha mente vagueou at&eacute; ao dia em que naquele hospital fui operado &agrave; minha perna, esquerda de nascen&ccedil;a e de destino. Recordei o dia da opera&ccedil;&atilde;o, em que no trajecto entre a sala de cirurgia e a enfermaria chorei toda a minha raiva e desgosto agarrado &agrave;s m&atilde;os reconfortantes, amigas, amantes e solidariamente maternais da minha mulher.</em><br /><br /><em>Ap&oacute;s esse dia toda a minha vida se alterou, felizmente n&atilde;o no seu rotineiro desenrolar, mas intrinsecamente na minha condi&ccedil;&atilde;o existencial, e como tal, se as marcas f&iacute;sicas perdurar&atilde;o para sempre, as emocionais at&eacute; agora existem, e n&atilde;o querendo ser pessimista, penso que inevitavelmente acompanhar&atilde;o as f&iacute;sicas at&eacute; sempre. Ora, foi exactamente esta confirma&ccedil;&atilde;o que obtive naquele planeado teste, em que efectivamente foi revelado o negativo da fotografia mais escura que perdura no &aacute;lbum das conturba&ccedil;&otilde;es da minha mente.</em>&nbsp;<br /><br /><em>Contudo, e voltando &agrave;s nossas sess&otilde;es, penso que fechei naquele dia as torneiras dos olhos, pois efectivamente, para al&eacute;m da dureza emocional, quase esgotante, em que aqueles nossos encontros se estavam a tornar, eram para um homem com ra&iacute;zes beir&atilde;s como eu, uma aut&ecirc;ntica machadada na minha auto-estima, dadas as cont&iacute;nuas choradeiras em que naquele sof&aacute; se assistia!</em><br /><br /><em>Assim, resolvi acabar estas breves cr&oacute;nicas, com o epis&oacute;dio mais agrad&aacute;vel, profundamente bonito e reconfortante que me aconteceu ao longo das 10 sess&otilde;es de terapia por mim realizadas, e com o qual dei o mote de abertura do relato destas jornadas.</em>&nbsp;<br /><br /><em>Foi de facto uma sess&atilde;o bastante interessante, curiosa at&eacute;, dado que ao me ser pedido para imaginar um filme feliz, daqueles que transbordam de boas e reconfortantes emo&ccedil;&otilde;es, me levou para uma praia incrivelmente bonita e com um p&ocirc;r-do-sol maravilhoso, incrivelmente brilhante e ameno. Nessa praia, eu e a minha mulher namor&aacute;vamos, num romance mudo, intenso e apaixonado. N&atilde;o troc&aacute;vamos palavras nem frases estonteantes, mas comunic&aacute;vamos apenas pelo tacto, por car&iacute;cias e abra&ccedil;os, quentes e demorados, em que os beijos eram incrivelmente desenhados e saboreados sem limites nem pressas.</em>&nbsp;<br />&#8203;<br /><em>Na minha vida real nunca vivi uma tarde nem uma paix&atilde;o sumptuosamente iguais ao que tentei relatar, pois as sensa&ccedil;&otilde;es que quis descrever n&atilde;o s&atilde;o descrit&iacute;veis, pelo menos por mim, tal a sua intensidade e arrebatadora profundidade, s&oacute; mesmo poss&iacute;veis no universo da imagina&ccedil;&atilde;o. Da&iacute; que quando o gongo tocou para o regresso &agrave; realidade, eu me recusasse a sair dali e deixar aquele lugar e aquela companhia maravilhosos.<br />&#8203;J.R.</em></font></strong></div>  <div><div class="wsite-image wsite-image-border-medium " style="padding-top:5px;padding-bottom:10px;margin-left:0px;margin-right:10px;text-align:center"> <a> <img src="https://www.positivamente.pt/uploads/9/7/8/7/97874934/247101-574543979359008-8447955954383677599-n_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>]]></content:encoded></item></channel></rss>